2º/7º GAV - Esquadrão Phoenix

O Segundo Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (2º/7º GAv), conhecido como Esquadrão Phoenix, foi criado pela Portaria Reservada nº 298/GM3, de 11 de setembro de 1981 e ativado em 15 de fevereiro de 1982, sediado na Base Aérea de Florianópolis, Santa Catarina, com o objetivo de realizar missões de esclarecimento e acompanhamento do tráfego marítimo no litoral brasileiro.

O principal motivo de sua criação foi a entrada em serviço do Bandeirante Patrulha, uma aeronave com autonomia bem inferior ao Lockheed P-15 Netuno que ele estava substituindo. Devido às dificuldades de cobrir a Região Sul do litoral brasileiro, foi criado o 2º/7º GAv para operar o Embraer P-95B Bandeirante Patrulha nessa região.

O nome Phoenix vem de uma ave da mitologia egípcia, que se consumiu em chamas ao final da sua vida, renascendo de suas próprias cinzas, muitos anos depois. Em Florianópolis existiu um Esquadrão de Patrulha Marítima durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi extinto e ressurgiu quase 40 anos depois, como uma Phoenix.

Com o objetivo de promover o incremento da eficiência administrativa e maior racionalidade da estrutura organizacional, o Comando da Aeronáutica,  transferiu  o 2º/7º GAv – Esquadrão Phoenix para a Base Aérea de Canoas,  na qual se tornou a Ala 3, onde já estavam sediados o 1º/14º GAv Esquadrão Pampa e o 5º ETA Esquadrão Pégaso.

 

AERONAVES

Em setembro de 2013 o Esquadrão Phoenix recebeu o P-95BM FAB-7103, o primeiro Bandeirante Patrulha modernizado entregue para a Força Aérea Brasileira. O P-95BM está equipado com o moderno radar Selex Seaspray 5000E, que permite a detecção de alvos marítimos em distâncias superiores a 350 km, equipamentos de comunicação, navegação e fotográficos, MAE, EW, ELINT e SIGINT, além de painel de instrumentos com quatro telas digitais. Os seus sistemas de guerra eletrônica também foram melhorados.